sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

PROVA PARA PROMOÇÃO DE PROFESSORES EFETIVOS





SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO - SP






Departamento de Recursos Humanos



Processo de Promoção



Edital de Abertura de Inscrição para Prova



O Diretor do Departamento de Recursos Humanos da Secretaria de Estado da



Educação, nos termos da Lei Complementar nº 1097, de 27 de outubro de 2009,



regulamentada pelo Decreto nº 55.217, de 21 de dezembro de 2009, torna pública a abertura de inscrição para prova - Processo de Promoção, dos integrantes das Classes de Docentes – Professor Educação Básica I e Professor Educação Básica II, Classes de Suporte Pedagógico – Supervisor de Ensino e Diretor de Escola e de Suporte Pedagógico em Extinção – Coordenador Pedagógico e Assistente Diretor de Escola, do Quadro do Magistério da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.





Inscreva-se no link abaixo entre 29/12 e 07/01:


http://seesp2009.cesgranrio.org.br/login.aspx

domingo, 20 de dezembro de 2009

sábado, 21 de novembro de 2009

domingo, 8 de novembro de 2009

BÚFALOS DEFENDEM FILHOTE DOS LEÕES E DO CROCODILO

Este vídeo merece ser assistido. Mostra o valor da resistência e da união para se vencer as batalhas da vida.

sábado, 5 de setembro de 2009

LATES :SOFTWARE DE LETRAMENTO

Conheça o Lates, software de letramento interativo.
http://www.lates.ced.uece.br/letralivre/

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

RAIZ QUADRADA



Capacitação para coordenadores. Veja outros vídeos em:
www.tveduc.com.br

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

ARTESANATO LINDO EM EVA


Material lindo para professores. Fiquei apaixonada pelo site da Jacirinha. Muita criatividade e reutilização de materiais. Visite a Oficina de Criatividade. Você também vai se apaixonar.

Visite também o Cantinho da Amelinha. Muitas dicas para professores de Ed. Infantil e arte.

sábado, 1 de agosto de 2009

Como se prevenir contra a gripe A H1N1


Saiba mais sobre a prevenção da Gripe A no site da Educação.

Entre no link abaixo e assim que a página abrir, clique em VIDEOCONFERÊNCIA ASSISTA A GRAVAÇÃO.



sábado, 25 de julho de 2009

ADOTE UM AMIGO


Se você quer uma amizade sincera e fiel que te compreenda em todos os momentos de sua vida e que esteja pronto a te perdoar mesmo quando você fica tão chato que nenhum ser humano pode suportar, você precisa de um amigo cachorro.

Adote um amigo, lindo como esse da foto no site:

http://www.meadote.zip.net

Divulgue para seus amigos esta postagem.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

VOCÊ PODE SALVAR A VIDA DE UMA CRIANÇA


Conheça a simulação de salvamento de crianças em situação de acidente da UNIFESP.

Simulação Virtual Orientada - Suporte Básico. Como Salvar a Vida de uma Criança?

O programa simula situações onde o suporte básico de vida é imprescindível para a recuperação da criança que sofreu um agravo súbito, ou seja, o que deve ser feito quando engasga, sofre acidente, pára de respirar ou de bater o coração. As famílias, educadores, e pessoas interessadas têm a chance de acompanhar exemplos de como fazer corretamente o socorro de crianças.

Duração: não se aplica
Formato de Aplicação: Auto-Aprendizado (AA)
Custo: não se aplica

Mais informações: contato@virtual.epm.br

Aprenda através da simulação on line no link: http://www.virtual.epm.br/material/sbv/sbvbetabx3.swf

EDITAL PARA CONCURSO DA PREFEITURA 2009



A Secretaria Municipal de Modernização, Gestão e Desburocratização - SMG e a Secretaria Municipal de Educação - SME, da Prefeitura do Município de São Paulo-SP (www.capital.sp.gov.br), realizará Concurso Público para cargos vagos de Professor de Ensino Fundamental II e Médio - QPE-14 da Classe dos Docentes da Carreira do Magistério Municipal.

  • As vagas são para os cargos de Professor de Ensino Fundamental II e Médio - Artes (340), Biologia (3), Ciências (54), Educação Física (463), Física (5), Geografia (289), História (152), Matemática (57), Português (60), Química (1), Inglês (106). O valor da taxa de inscrição será de R$ 58,00 e a Remuneração Mensal será de R$ 1.203,12, para jornada Básica correspondente a 30 horas aula de trabalho semanais.
  • As inscrições ficarão abertas através da Internet, no endereço eletrônico www.concursosfcc.com.br, no período das 10h00 do dia 10 de agosto de 2009 até às 14h00 do dia 21 de agosto de 2009 (horário de Brasília), e via Banco no período de 10 a 21 de agosto de 2009, nas agências credenciadas do Banco SANTANDER, nos dias úteis, no horário de expediente bancário: São Paulo-SP.

A partir de 28 de agosto de 2009, o candidato deverá conferir no endereço eletrônico da Fundação Carlos Chagas se os dados da inscrição efetuada pela Internet foram recebidos e o valor da inscrição foi pago. Em caso negativo, o candidato deverá entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Candidato - SAC da Fundação Carlos Chagas, (11) 3721-4888, de segunda a sexta-feira, úteis, das 10h00 às 16h00 (horário de Brasília), para verificar o ocorrido.

O concurso constará de Prova Objetiva de Conhecimentos Gerais de eliminatória e classificatória, Prova Objetiva de Conhecimentos Específicos de eliminatória e classificatória, Prova Dissertativa de eliminatória e classificatória e Prova de Títulos de classificatória.

A Prova Objetiva de Conhecimentos Gerais e a Prova Dissertativa serão aplicadas a todos os Cargos/Disciplinas, no mesmo dia e horário em São Paulo - Capital, de acordo com as datas e os horários estabelecidos no Edital de convocação.

A aprovação e a classificação definitiva geram para o candidato apenas a expectativa de direito à nomeação. A PM-SP, durante o período de validade do concurso, reserva-se o direito de proceder às convocações dos candidatos aprovados para escolha de vaga e às nomeações, em número que atenda ao interesse e as necessidades do serviço, de acordo com a disponibilidade orçamentária e os cargos vagos existentes.

O prazo de validade deste concurso será de 2 anos contados da data da homologação de seus resultados, prorrogável uma única vez por igual período, a critério da Administração.


Notícia retirada de: http://www.pciconcursos.com.br/noticias/1530-vagas-para-professor-de-ensino-fundamental-ii-e-medio-na-pm-sp


Veja edital de abertura: http://www.pciconcursos.com.br/concurso/prefeitura-de-sao-paulo-sp-1530-vagas

quarta-feira, 22 de julho de 2009

CONCURSO PARA GESTOR E PROFESSOR DE ENSINO FUNDAMENTAL II E MÉDIO SERÁ REALIZADO EM OUTUBRO


CONCURSO PARA GESTOR E PROFESSOR
DE ENSINO FUNDAMENTAL II E MÉDIO
SERÁ REALIZADO EM OUTUBRO


A Secretaria Municipal de Educação (SME) anunciou nesta quarta-feira que o concurso público de ingresso para o provimento dos cargos de professor de ensino fundamental II e médio e de acesso para gestor educacional será realizado em outubro deste ano. A previsão é de que o edital seja publicado no Diário Oficial da Cidade (DOC) no dia 22 de julho.

As inscrições serão feitas pela internet e nas agências do banco Santander, a serem credenciadas pela Fundação Carlos Chagas, responsável pelos concursos, conforme segue:

internet: das 10h do dia 10 de agosto às 14 horas de 21 de agosto

banco: de 10 a 21 de agosto, das 10h às 16h.

Observação: os profissionais de educação comissionados serão inscritos de ofício.

Provas serão aplicadas em outubro

Serão aplicadas provas objetiva (de conhecimentos gerais), específica e dissertativa. As notas das avaliações serão somadas aos títulos na pontuação final.

Os candidatos ao cargo de gestor educacional farão a prova no dia 25 de outubro. Já as provas para os candidatos a professor de ensino fundamental II e médio serão aplicadas em duas etapas, nos dias 25 de outubro e 01 de novembro.

SINPEEM promoverá curso preparatório

A exemplo dos concursos anteriores, o SINPEEM está aguardando a publicação do edital para organizar e promover cursos preparatórios destinados aos seus associados.

As datas e horários serão divulgados por meio de cartas, do jornal, do mural, em nosso site e demais materiais informativos.


Fonte: http://www.sinpeem.com.br/lermais_materias.php?cd_materias=3331



quarta-feira, 15 de julho de 2009

CURSO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Curso gratuito de Educação Ambiental pela Unifesp. Haverá polo em Itapecerica da Serra.

O processo formador em Educação Ambiental pretende desenvolver a formação
continuada de professores da educação básica, no contexto inter e multidisciplinar
da Educação Ambiental com uma abordagem crítica e de reflexão sobre diversos
temas ambientais e sua influência nas escalas global, nacional, regional e local. Serão
também contemplados conteúdos sobre as perspectivas da Educação Ambiental e
suas políticas no âmbito nacional e estadual, além de conteúdos específicos voltados
para os elementos fundamentais da matéria e suas interações como a terra, o ar,
o fogo e a água. O curso proporcionará ao aluno uma formação integrada, com
a sistematização de conteúdos importantes para que ele possa compreender o
significado das mudanças climáticas atuais em função dos impactos ambientais nas
suas diferentes escalas de ocorrência; assim como o seu papel como educador nas
questões ambientais de sua região, numa visão holística e sustentável da relação
ser humano e natureza.
O curso é uma iniciativa da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização
e Diversidade (SECAD/MEC) e da Universidade Aberta do Brasil (UAB) e tem o
objetivo de preparar professores para lidar com estes temas.
Conteúdo Programático: o curso está estruturado em cinco
módulos, cujo conteúdo distribui-se da seguinte maneira:
Introdução aos conceitos de Educação a Distância e Educação Ambiental
(com atividades presenciais de ensino e avaliação);
Políticas Estruturantes da Educação Ambiental/ Um olhar sobre a Educação
Ambiental no Brasil/ Transição: Mudanças Climáticas Globais;
Temas geradores nacionais/ regionais: água/ ar/ terra (biodiversidade)/ fogo
(energia e mobilidade);
Projetos de Pesquisa/ Gestão de Movimentos Juvenis - com-vidas, coletivos
jovens;
Seminários locais (com atividades presenciais de ensino e avaliação).
Público alvo do curso: Este curso destina-se, preferencialmente,
a professores do segundo ciclo do Ensino Fundamental da rede
pública estadual e municipal.
Pré-requisitos para ingressar no curso: nível superior e
participação em encontros no polo para avaliações presenciais.
O curso é gratuito e será oferecido em ambiente moodle on-line e
também em material impresso.
Duração: 5 meses (180 horas em nível de aperfeiçoamento)
Período de inscrições: 01 a 24/07/2009.
(http://procdados.epm.br/dpd/proex/index.htm - selecione a opção
Relação de cursos - Inscreva-se / Aperfeiçoamento)
Início do curso: 24/08/2009.
Polos que ofertarão o curso: Diadema, Cubatão, Itapecerica da

Serra, Guaíra e Santa Isabel (sendo 60 vagas em cada polo).

Universidade Federal de São Paulo / UNIFESP
Contato: educambiental.uab@unifesp.br

Inscrições até 24 de julho. No link abaixo:

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Cursos gratuitos de formação inicial na Plataforma Freire - MEC

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
Gabinete do Ministro
Esplanada dos Ministérios, Bloco “L” - 8º andar - Gabinete.
70047-900 - Brasília - DF - BRASIL

Brasília, 06 de julho de 2009.

Assunto urgente: inscrição dos professores em exercício nos cursos gratuitos de formação inicial para o segundo semestre de 2009 – acesso a Plataforma Freire

Prezado(a) Professor(a),
A Rede de Ensino a qual você pertence aderiu ao Plano de Metas do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) e elaborou seu Plano de Ações Articuladas (PAR), onde demonstrou as necessidades relacionadas à formação de seus professores, para assegurar a formação exigida na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) a todos os educadores que nela atuam.
A Política Nacional de Formação dos Profissionais do Magistério da Educação Básica, tem a finalidade de organizar – em regime de colaboração da União com os estados, Distrito Federal e municípios – a formação inicial e continuada desses profissionais.
Por meio desse Plano, se você ainda não possui graduação ou possui graduação em área distinta da que atua, poderá efetuar sua pré-inscrição em cursos de primeira licenciatura, de segunda licenciatura e de formação pedagógica (para bacharéis sem licenciatura). Todas as licenciaturas das áreas de conhecimento da educação básica serão oferecidas no Plano, com cursos gratuitos para professores em exercício das escolas públicas, nas modalidades presencial e a distância. A pré-inscrição nos cursos será feita por você no sitio do MEC, no espaço denominado Plataforma Paulo Freire (http://freire.mec.gov.br), onde você também poderá cadastrar ou atualizar seu currículo.
A partir da sua pré-inscrição e da oferta de formação pelas Instituições de Educação Superior (IES), as secretarias estaduais e municipais de educação deverão validar as inscrições na Plataforma Freire, com base em seu planejamento estratégico, visando adequar a oferta das IES à demanda dos professores e às necessidades reais das escolas de suas redes. As inscrições validadas serão submetidas às IES que após processo seletivo, caso necessário, procederão à matrícula nos cursos.
Caso você já possua a formação adequada, incentive e mobilize os seus colegas da rede a se inscreverem. Qualquer informação adicional pode ser acessada pelo sítio do MEC (www.mec.gov.br) ou solicitada pelo endereço eletrônico plataformafreire@capes.gov.br

Atenciosamente,

Ministro de Estado da Educação

sábado, 4 de julho de 2009

3ªOFERTA - FORMAÇÃO CONTINUADA A DISTANCIA MIDIAS NA EDUCAÇÃO

As inscrições para o curso Mídias na Educação estão abertas. Não perca a oportunidade! 3ªOFERTA - FORMAÇÃO CONTINUADA A DISTANCIA MIDIAS NA EDUCAÇÃO

Objetivo
O Programa de Formação Continuada a Distância em Mídias na Educação é uma iniciativa da Secretaria de Educação a Distância – SEED/MEC, em parceria com as Secretarias de Educação dos Estados, a rede de associados da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação - UNDIME e as Universidades Públicas, destinado a atender 15.000 profissionais das redes públicas de ensino em todo o Brasil.Em São Paulo, o Núcleo de Comunicação e Educação da Universidade de São Paulo – NCE/USP une-se à SEED/MEC, à Secretaria de Educação do Estado de São Paulo – SEE/SP e à Secretaria Executiva da UNDIME/SP para implementar o Mídias na Educação no Estado de São Paulo, proporcionando uma contribuição efetiva para a melhoria da qualidade da educação no país, especialmente no campo da inter-relação entre a Comunicação e a Educação.Para tanto, o Mídias na Educação se estrutura em módulos, que compõem uma unidade autônoma em nível de extensão universitária. O currículo dos módulos centra-se na reflexão sobre as mídias e seu papel na educação, tanto do ponto de vista da gestão de processos da comunicação em espaços educativos quanto da leitura crítica dos meios na sala de aula.

Período do curso
27/10/2008 a 27/12/2010
Período da inscrição
27/10/2008 a 15/07/2009
Público alvo
EDUCADORES/AS DA REDE PÚBLICA
Nível
Extensão
Vagas oferecidas
Mínimo de vagas: 100Máximo de vagas: 5000Carga horária: 120
Conteúdo programático
4 - Módulo Básico da Mídia Rádio Convergência das Mídias
Integração de Mídias na Educação: conceitos e tendências

Sejam bem-vindos/as ao módulo "Integração de Mídias na Educação: concepções e tendências" que corresponde ao MÓDULO INTRODUTÓRIO do Programa de Formação Continuada em Mídias na Educação. O conteúdo deste módulo inicia a reflexão sobre o que são mídias e seu papel na educação. Sua carga horária é de: 30 horas de formação on-line.O objetivo geral desse módulo é identificar as novas formas de aprender e ensinar com o uso das mídias destacando uma postura de leitor crítico e de autoria.Bom trabalho!Equipe NCE/USP Mídias na Educação - Módulo Básico de GestãoOlá! Seja bem vindo a este Módulo Gestão de Mídias! Nas próximas semanas estaremos muito próximos, debatendo sobre a gestão de mídias na educação e o papel do professor como gestor desses recursos na escola.Este módulo do Programa de Formação Continuada em Mídias na Educação terá a duração referente a 15 horas de estudos, distribuídas em três Etapas. Acesse Módulo-Conteúdo Módulo, na barra superior, e participe conosco dessa jornada.Um abraço!Bons estudos Equipe de tutoria Mídias na Educação - Módulo Básico de InformáticaPara começar suas atividades, acesse no menu superior o item"Módulo - Conteúdo Módulo".Mídias na Educação - Módulo Básico de Integração das MídiasCaros cursistas,Sejam bem-vindos ao Módulo Introdutório do Programa de Formação Continuada em Mídias na Educação. Na era da tecnologia, a utilização dos diversos meios de comunicação dentro de sala de aula se faz cada vez mais necessária para tornar o processo de ensino-aprendizagem mais interessante. É, portanto, com esse objetivo que dedicamos aos profissionais de educação um curso totalmente voltado para a utilização das mais variadas mídias, sejam elas de TV, rádio ou informática.Neste primeiro módulo, serão estudadas questões fundamentais a respeito da contribuição que cada mídia pode trazer para o cotidiano das salas de aula. Os temas abordados neste módulo introdutório serão em seguida aprofundados nos módulos posteriores e a gestão das mídias também será discutida. Todo esse processo levará a uma maior familiaridade com as diversas mídias que podem e devem fazer parte do cotidiano de professores e alunos.Nosso objetivo principal é dinamizar o processo de ensino-aprendizagem nas escolas públicas e assim motivar e despertar a vontade de aprender nos alunos. Por isso, para elaborar esse programa, a Secretaria de Educação a Distância do MEC contou com a parceria de Instituições Públicas de Ensino Superior e Secretarias de Educação, além da colaboração de renomados educadores. Sua dedicação e participação constante nas atividades propostas serão essenciais para o aproveitamento completo deste curso. Contamos com seu empenho e entusiasmo para, juntos, desenvolvermos uma pratica pedagógica exemplar. CARLOS EDUARDO BIELSCHOWSKISecretário de Educação a Distância Para começar suas atividades clique em módulo - conteúdo móduloMídias na Educação - Módulo Básico de Material Impresso Para iniciar suas atividades, acesse no menu superior o item"Módulo - Conteúdo Módulo".Mídias na Educação - Módulo Básico de RádioPara começar suas atividades, acesse no menu superior o item"Módulo - Conteúdo Módulo".Mídias na Educação - Módulo Básico de TV e VídeoPara começar suas atividades, acesse no menu superior o item "Módulo - Conteúdo Módulo".Módulo Básico da Mídia Informática Módulo Básico de Gestão Módulo Básico de Material Impresso Módulo Básico Geral de TV e Vídeo Para começar suas atividades, acesse no menu superior o item"Módulo - Conteúdo Módulo". Seqüência do anterior.Vivenciando o Desenvolvimento de Projeto com Mídias Integradas na EducaçãoVocê, que concluiu os Ciclos Básico e Intermediário do Programa Mídias na Educação, já teve oportunidade de conhecer as características de linguagem de cada uma das mídias e de vivenciar experiências com rádio, TV, impresso e internet, voltadas para o contexto da sala de aula.Ao final deste Ciclo Avançado, espera-se que você aprimore sua capacidade de refletir crítica e criativamente a respeito das diferentes linguagens midiáticas e sinta-se mais seguro para incorporar as mídias como meio de comunicação e expressão ao seu processo de ensino-aprendizagem.
Faça sua inscrição no link: http://www.eproinfo.mec.gov.br/fra_eProinfo.php?opcao=4

Novo curso na UFSCar:A diversidade na escola: Refletindo sobre práticas pedagógicas inclusivas em sala de aula



A diversidade na escola: Refletindo sobre práticas pedagógicas inclusivas em sala de aula

Objetivo geral:Estimular processos de autonomia e emancipação do professor (a) através de atitudes de reflexão sobre sua ação pedagógica para que ele(a) possa ser capaz de buscar recursos teóricos e práticos ante aos desafios encontrados em sua atuação junto aos alunos que apresentam necessidades educacionais especiais.


Objetivos específicos:Espera-se que ao final do curso o(a) participante seja capaz de:
discutir e refletir juntamente como os outros professores participantes estratégias de ensino e aprendizagem que favoreçam a Inclusão Escolar;
refletir sobre a política da Educação Inclusiva no contexto da escola brasileira;
construir formas de trabalho pedagógico que levem em conta práticas de colaboração entre os(as) professores(as)- participantes do curso e professora elaboradora deste, partilhando conhecimentos e experiências;
refletir sobre a sua atuação pedagógica em sala de aula a partir das discussões em grupo e na leitura dos materiais disponíveis, visando desenvolver atitudes que favoreçam a inclusão escolar; Público-alvo:Professores em exercício atuantes nos anos iniciais do Ensino Fundamental (1ª a 4ª série/1º ao 5º ano).Características:este curso será inteiramente virtual e à distância via internet, a ser desenvolvido na plataforma moodle.Carga-horária: 100 horas.Período de realização: junho a outubro de 2009.Responsável: Profª Ms. Ione Arsenio da SilvaSupervisão: Profª. Drª. Aline Maria de Medeiros Rodrigues RealiNúmero de vagas: até trinta (30).Critérios de seleção:Caso o número de inscritos seja superior ao número de vagas serão considerado os seguintes critérios para seleção dos(as) cursistas.


Tempo de experiência docente
Serão considerados primeiramente os(as) professores(as) com menor tempo de exercício do magistério no Ensino Fundamental.


Exercer função de suporte pedagógico (ex. coordenação pedagógica) além da docência.


Os inscritos selecionados para este curso serão comunicados por e-mail. Posteriormente para a efetivação da matrícula os professores selecionados deverão enviar por correio e devidamente preenchidos o termo de compromisso e o consentimento informado até 03 de agosto de 2009 (data de postagem).Os participantes deste curso que integralizarem todas as atividades receberão um certificado emitido pela UFSCar.

terça-feira, 30 de junho de 2009

OS SETE SABERES NECESSÁRIOS À EDUCAÇÃO DO FUTURO - EDGAR MORIN

Capítulo 4- Ensinar a identidade terrena

Introdutoriamente, este capítulo busca fomentar no leitor a idéia da Identidade Terrena por meio da compreensão de que tanto a condição humana (os problemas dos indivíduos e grupos) e a condição do mundo humano (problemas generalizados do planeta) constituem-se em problemas mundializados que devem ser trabalhados pela educação do futuro.
1. A ERA PLANETÁRIA:
A era planetária se inicia, segundo o texto, a partir das conquistas dos impérios, a partir do século XVI, com a colonização das Américas.
A era mundial, iniciada no século XX é o processo de globalização, fomentado pelo crescimento das possibilidades de comunicação. A tecnologia produziu o fenômeno de estarmos "todos" conectados", sendo que o ensino ainda não atentou para adaptar-se a esta nova realidade.
Ambos os processos foram e têm sido perniciosos para a humanidade. Morin trata de dois momentos da humanidade. A separação causada pela "diáspora planetária", em que os indivíduos se espalharam pelo planeta e as diferenças foram acentuadas, tanto lingüísticas quanto culturais. Com o advento da globalização, a "era planetária da comunicação", as distâncias se encurtaram. Nesse processo se acentuam os processos de exclusão social, ampliando o abismo entre os ricos, que se tornam a cada dia mais ricos e os pobres que se mantém na miséria.
A globalização traz em seu bojo a política de balcanização, de fragmentação territorial e cultural. A globalização está centrada na economia "insustentável", que desconsidera o humano em suas necessidades e direitos e degrada o meio ambiente.
No trecho "O século XX não saiu da idade do ferro planetária, mergulhou nela, faz alusão ao mito das idades, momentos pelos quais passou a humanidade, da gloriosa idade do ouro à degradada idade do ferro, marcada pela presença de seres agressivos e destrutivos.

2. O LEGADO DO SÉCULO XX:
O século XX foi um momento da história humana marcado pelas "grandes barbáries". Essas grandes barbáries são as "guerras, massacres e fanatismos" e ainda a fria racionalidade que valoriza o cálculo, no sentido do lucro, sem contar com o ser humano como um todo nesse cálculo. Ampliam-se o "poderio da morte" e um tipo diferente, de escravidão, "a técnico-industrial".
2.1 A herança de morte:
A morte ampliou seu poderio através da guerra e de outras forças destrutivas, tratadas nos tópicos seguintes.
2.1.1 As armas nucleares:
As armas nucleares apresentam uma possibilidade de "extinção global" pela ampliação dos poderes de destruição que essas armas têm. Aliás, o poderio bélico é desenvolvimento pela tecnolgia de tal forma a se transforma em uma arma microscópica. Por isso, as armas apontam para uma direção de auto-aniquilamento da humanidade em virtude da sua capacidade destrutiva.
2.1.2 Os novos perigos:
Dentre os perigos, Morin aponta para a possibilidade da "morte ecológica" pela dominação não-sustentável do meio ambiente, a degradação da biosfera em todos os seus níveis.
Outros perigos de morte advêm das doenças. Até aquelas consideradas erradicadas voltam com força total, contra as quais nem os antibióticos mais potentes não conseguem solucionar, pois muitas bactérias já se tornaram resistentes a essas substâncias.
As drogas também são parte do conjunto das forças autodestrutivas que colocam o homem como seu próprio predador. Estas legam ao homem angústia e depressão.
2.2 A morte da modernidade:
As crenças da modernidade, que podem ser resumidas em "fé incondicional no progresso, na tecnologia, na ciência, no desenvolvimento econômico", já caíram por terra e, conseqüentemente, está morta a modernidade. Esta desperta duas características distintas, posto que ao mesmo tempo que proporciona descobertas essenciais para o homem, para a sua vida, ela acaba se tornando em fonte de destruição desse mesmo homem. Este quer sempre mais e não se preocupa em entender as partes como um todo relacionado, tanto para as coisas tidas como boas quanto para as ruins, já enunciadas acima.
2.3 A esperança:
Encontra-se no uso da educação que agregue as capacidades humanas de através dos ideais do século XX poder reformular a consciência dos seres em relação a sua cidadania terrestre. Inclusive, a educação possibilita o ensinamento do antigo, mas também permite a ruptura de fronteiras da mente humana em prol de novos conhecimentos e de novas informações. Desta forma educar o homem para que seja menos individualista, mais altruísta é uma forma de usar com racionalidade o que o meio nos oferece.
2.3.1 A contribuição das contracorrentes:
O surgimento de contracorrentes inovadoras do século XX, citadas por Morin:
- A contracorrente ecológica baseada na poluição industrial ou no mau uso da produção que gera as catástrofes ambientais.
- A contracorrente qualitativa, que prioriza a qualidade de vida em todos os aspectos em reação a uniformização exagerada.
- A contracorrente da resistência a vida puramente voltada ao amor e à admiração.
- A contracorrente da resistência ao consumismo padronizado, como determinante das oportunidades vividas e outra que busca a temperança e o bom uso.
- A contracorrente da tirania do lucro, nas relações econômicas na tentativa de humanizar e modificar a visão do dinheiro, difundindo a solidariedade.
- A contracorrente aos atos de violência, que objetiva os processos de pacificação e acordos positivos.
Estas correntes, através de suas forças individuais ao caminharem para uma interatividade, resultarão em uma política voltada ao ser humano.
2.3.2 No jogo contraditório dos possíveis:
Neste tópico, Morin trata da dicotomia paradoxal do desenvolvimento das AIs em detrimento da busca pelo conhecimento e desenvolvimento da inteligência humana.A tecnologia e a biotecnologia tem sido usadas, simultaneamente para o bem e para o mal (o pior).
A obra de ficção científica Hypérion, de Dan Simmons aponta para um futuro em que o homem será domesticado pelas AIs, que conduzirão o homem inconsciente ao extermínio. Neste caso a ficção aponta uma das possibilidades que o egocentrismo humano pode produzir.
A inteligência humana, dotada de aptidões ainda desconhecidas, pode ser a solução para os atuais problemas, embora seja necessária uma "reforma no pensamento humano", rumo a uma forma de inteligência que privilegie a consciência.
3. A IDENTIDADE E A CONSCIÊNCIA TERRENA:
Unir concentricamente as pátrias tanto local como mundialmente. Observar e valorizar as culturas do Norte e do Sul, do Oriente e do Ocidente e atentar ao aspecto dialógico entre as mesmas. Desta forma, sentir-se pertencente ao planeta e aprender a viver e estar aqui, congregando culturas, sentindo-se único e ao mesmo tempo, múltiplo na diversidade da condição humana.
A identidade terrena deve ser ensinada sob um olhar unificador, onde o ser esteja consciente do espaço físico e social que desempenha no planeta. Sob uma visão transformadora, se fazendo responsável pelo todo e por si mesmo. Fazendo paralelos sobre os caminhos da civilização e os pensamentos envolvidos na questão planetária, como as guerras, o pessimismo da destruição, da tecnologia solucionadora, polêmicas que permeiam o sentimento humano na sua ocupação no planeta. No encerramento deste capítulo o autor enfatiza a importância da consciência, da responsabilidade dos estados x a humanidade e o surgimento de uma cultura coletiva e universal.


Páginas que fazem referência:WIKI TRANSVERSAL

OS SETE SABERES NECESSÁRIOS À EDUCAÇÃO DO FUTURO - EDGAR MORIN


CAPÍTULO III: ENSINAR A CONDIÇÃO HUMANA





A condição humana deverá ser o centro da educação do futuro. Morin entende que os humanos devem reconhecer-se como comuns e, ao mesmo tempo, como seres culturalmente distintos e diversos. Assim, a nossa posição (espacial e temporal) implica em nossa condição de "ser".
O homem é um ser complexo, uma vez que recebeu uma condição fragmentada na educação através das disciplinas. Isso determina uma incapacidade em definir ser humano, assim, a característica de humano se enquadraria como objeto fundamental para ensinar.
1.ENRAIZAMENTO/DESENRAIZAMENTO DO SER HUMANO: Simultaneamente o homem está dentro e fora da natureza, atuando no cosmo físico e na esfera viva, devendo ser reconhecido como ser enraizado biológica e fisicamente e desenraizado psíquica, social e culturalmente.
1.1 A condição cósmica: Reconhecermos como parte da formação do universo e podermos entender que fazemos parte de uma organização universal de explosão, repulsa e atração, isto é, que ao mesmo tempo está sujeita a uma desorganização e a uma ordem. De fato, integramos um todo que interage, que diverge e que disputa entre si por certas circunstâncias. Devemos perceber também que não somos os criadores, mas os criados, assim aprendendo que dependemos do cosmo.
1.2 A condição física: A partes foram se dividindo e formando as mais diversas organizações, de banhos químicos e descargas elétricas que culminaram na vida.
1.3 A condição terrestre: A Terra se auto-transformou e se autoproduziu através da dependência do Sol, somos todos originados de uma mesma matéria cósmica que originou os mais diferentes ambientes que proporcionaram a vida. O homem, como parte do todo, depende da biosfera terrestre. Reconhecer a identidade terrena prevê a percepção do homem integrado ao contexto terreno, reconhecendo-se como parte dele.
1.4 A condição humana: Nós, seres humanos, devemos ser compreendidos a partir de um duplo sentido: o princípio biofísico e o princípio psico-sócio-cultural. Ganhamos características especializadas, como a marcha bipedal durante o processo de hominização, construímos uma complexificação social a partir da linguagem e, embora originários do cosmos e constituídos por substâncias químicas similares e outras idênticas, nos distanciamos da natureza e do Universo pela cultura que ensejamos. Somos racionais e, assim, nos segregamos do mundo físico. Há necessidade de resgatar esse pertencimento e a interdependência do mundo físico e social.
É importante lembrar que o a humanização, ou hominização é um processo ao mesmo tempo contínuo e descontínuo. Contínuo pela estabilidade dos processos de humanização, acima citados como características especializadas e descontínuo pelo surgimento de novas espécies e desaparecimento de outras.
2. O HUMANO DO HUMANO
2.1 Unidualidade: Este conceito compreende o homem como ser plenamente biológico que "depende" da cultura para se desenvolver e realizar-se. A cultura engloba a essência preservada, bem como aquilo que é repassado, o que é compreendido e, ainda, abriga as regras e fundamentos de aquisição.
2.2 O circuito cérebro/mente/cultura: Esta tríade está inter-relacionada na competência do agir, do perceber, do saber e do aprender consciente e pensado culturalmente, ou seja, expressa um vínculo essencial da mente humana que se origina do elo entre o cérebro e a cultura.
2.3 O circuito razão/afeto/pulsão: Estas três instâncias não obedecem à hierarquização e são, além disso, antagônicas e complementares, visto que existem conflitos entre a pulsão, o coração e a razão. Tanto a razão pode sucumbir ao emocional, quanto este pode "justificar-se" pelos impulsos ativos.
2.4 O circuito indivíduo/sociedade/espécie: O indivíduo origina-se da reprodução entre dois indivíduos e a relação que eles constituem vão dando origem a sociedade, ao surgimento da cultura. Concluímos que a sociedade e a cultura proporcionam a origem dos indivíduos, a sociedade e os indivíduos vivem para a espécie e estas interações difundem a cultura, a perpetuação e organização da sociedade. A formação de uma tríade espécie/indivíduo/sociedade que se interagem, se relacionam, resultando no desenvolvimento humano no aspecto das participações individuais, comunitárias que geram o sentimento humano, da apreciação da espécie. Estas interações é que permitem ao homem distinguir-se dos outros seres, tornando-o único, mesmo que parasoxalmente faça parte de um todo marcado em sua constituição primeira.
3. UNITAS MULTIPLEX: UNIDADE E DIVERSIDADE HUMANA - Compreender o humano é compreender sua unidade na diversidade e sua diversidade na unidade.
3.1 A esfera individual: Todo indivíduo carrega características que evidenciam sua unidade/diversidade, pois ao mesmo tempo em que são fundamentalmente comuns, apresentam suas singularidades cerebrais, mentais, psicológicas, afetivas, intelectuais e subjetivas.
3.2 A esfera social: No âmbito social a unidade/diversidade é caracterizada pelo uso da linguagem através das diferentes línguas.
3.3 Diversidade cultural e pluralidade de indivíduos: "O ser humano é ao mesmo tempo singular e múltiplo". A cultura é fator intrínseco à sociedade humana. Não há sociedade sem cultura. Percebe-se neste âmbito a questão da individualidade, própria do ser humano. Em sociedades diferentes, com diferentes culturas, há ainda a visão de cada indivíduo em relação ao universo em que interage. Como a própria palavra "indivíduo" expressa, não há duas visões idênticas de mundo, ainda que duas pessoas estejam muito próximas em uma mesma cultura.
3.4 Sapiens/demens: O homem no século XXI deixará de ser classificado por sua técnica, seu trabalho e será visto de um modo menos racional. O homem é dotado de paixões, desejos que dominam suas atitudes e refletem no seu exercício social. O homem demens, do delírio, executa seus ímpetos que lhe fazem retomar a vida prática. O misticismo, a magia, a afetividade e os psiquismos influenciam diretamente a conduta humana. O uso da técnica, da racionalidade nunca anulou a crença, o mito e o imaginário humano. O ser humano é complexo na medida em que expressa "traços antagônicos", podendo ser representado como "faber e ludens"; "empiricus e imaginarius"; "economicus e consumans"; "prosaicus e poeticus".
3.5 Homo complexus: Temos de criar consciência que somos ao mesmo tempo lúcidos e loucos e, que não é através da demência que obtemos o caos, este é advindo da própria racionalidade humana, haja vista o desenvolvimento da razão científica e a criação da bomba atômica. Já os progressos da complexidade, como a sabedoria que se deflagra através da arte, filosofia e outras ciências, está repleta da loucura humana.


Síntese elaborada pelos alunos de Pedagogia na wiki transversal H em 2008.

LICA SEM AMIGOS


O Tikatok é uma ferramenta superinteressante para os educadores que desejam utilizar a tecnologia como forma de apoio à prática docente. O Tikatok possibilita a criação de livros virtuais ilustrados, que podem ser inclusive criados de forma cooperativa.


O livro LICA SEM AMIGOS é o primeiro livro meu terminado nessa plataforma.



No momento, estou escrevendo dois outros e gostaria da ajuda de parceiros para a construção da história.



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É uma ótima opção para se trabalhar com os alunos.


domingo, 14 de junho de 2009

OS SETE SABERES NECESSÁRIOS À EDUCAÇÃO - Edgar Morin


CAPÍTULO II: OS PRINCÍPIOS DO CONHECIMENTO PERTINENTE
1. Da Pertinência do Conhecimento



Aqui Morin aborda inicialmente a questão de se promover o conhecimento que vincule entre as partes e o todo, compreendendo que um é pertinente ao outro e que se integram e se complementam.


O autor sugere que a educação consiga perfazer caminhos que conduzam aos conhecimentos globais e fundamentais e, consequentemente, conhecimentos parciais e locais, ou seja, os excertos não incorrem em conhecimento propriamente dito. É imprescindível "ligar as partes" e então globalizá-las para a compreensão e assimilação ensinado.
Morin critica o ensino por disciplinas, fragmentado e dividido, acaba por dificultar a capacidade natural que o espírito tem de contextualizar o conhecimento. Esta capacidade deve ser estimulada e desenvolvida pelo ensino, possibilitando ao aluno ligar as partes ao todo e o todo às partes.


O autor nos lembra, vagamente, a proposta de Comênius de "ensinar tudo a todos", entendendo que "o conhecer" se completa com o "reconhecer" e que o ser humano necessita disso para viver. Sobre isso ele se comunica de forma parafraseada, expressando que: "O conhecimento do mundo como mundo é necessidade ao mesmo tempo intelectual e vital." (Morin, 2000 p. 35).
Para tanto, Morin propõe a reconstrução do pensamento de forma a elaborar o conhecimento eficientemente. Aliás, essa atitude deve estar aliada à visualização do contexto, do global, do multidimensional e do complexo pela educação em prol da organização do conhecimento.
1.1 O Contexto: Apenas informações e dados isolados não se constituem como conhecimento cognitivos, é necessário realizar a contextualização destas por intermédio de um ensino interdisciplinar. Assim, ao analisar o contexto, obteremos o real sentido que a informação tem por objetivo nos apresentar, visto que conhecer é ser capaz de relacionar o agora com o conhecimento já adquirido, nosso conhecimento de mundo.


1.2 O global (as relações entre o todo e as partes): "O planeta Terra é mais do que um contexto: é ao mesmo tempo organizador e desorganizador de que fazemos parte" (Morin, 2000). A ordem e a desordem são inseparáveis quando associadas à organização. Alcançar a complexidade é enxergar de forma binocular através do pensamento. Não se deve privilegiar o particular nem o todo, ambos são importantes. A finalidade é que se conjuguem a fim de organizar o conhecimento. As partes devem ser trabalhadas pensando-se globalmente, de modo multidimensional. Morin ressalta o francês Pascal, que já no século XVII, que não se pode conhecer as partes sem conhecer o todo, nem conhecer o todo sem conhecer as partes. Todos nós, carregamos o particular e o todo, e só fazemos sentido dessa maneira. Compreender o que esta a nossa volta é dar voz a estas duas instâncias.


1.3 O multidimensional: O multidimensional é visto por Morin como imprescindível para o conhecimento pertinente, pois, as partes não podem ser dissociadas e tampouco isolarem-se do todo. Sobre isso ele exemplifica que "(...) o ser humano é ao mesmo tempo biológico, psíquico, social, afetivo e racional. A sociedade comporta as dimensões histórica, econômica, sociológica, religiosa... (...)" (MORIN, 2000, p. 38), deixando subentendido que as conjunturas e os contextos do conhecimento devem estar em plena organicidade e sistematização.
1.4 O complexo: Complexus significa "tecido junto". No texto o complexo constitui-se nas tramas entre as partes que formam o todo. Assim, para Morin, a complexidade é a união entre a unidade e a multiplicidade. Dessa maneira, espera-se da Educação, promover e desenvolver a "inteligência geral", apta a compreender a abrangência, a extensão e a multidimensionalidade do todo. Ao ser capaz de conjugar estas duas instâncias o homem se tornará capaz de utilizar seus avanços hisóricos não produzindo catástrofes.


2. A Inteligência Geral: "A educação deve favorecer a aptidão natural da mente em formular e resolver problemas essenciais e, de forma correlata, estimular o uso total da inteligência geral" (MORIN, 2000, p.39). Pois, quanto mais desenvolvida a “inteligência geral”, capaz de compreender o todo em sua complexidade, mais será eficaz a percepção e solução dos problemas “especiais”, em suas especificidades. Usando as palavras de François Recanati, “(...) a compreensão dos enunciados é um processo não-modular de interpretação que mobiliza a inteligência geral e faz amplo apelo ao conhecimento de mundo”. A inteligência geral favorece a superação das “antinomias” e a identificação da “falsa racionalidade”.
2.1 A antinomia: A antinomia é uma forma de visão unilateral e limitadora. É uma exacerbação do conceito de especialização, que faz romper as ligações entre um determinado conhecimento e sua relevância social, gerando o “enfraquecimento da responsabilidade” e da “solidariedade”.


3. Os Problemas Essenciais
3.1 Disjunção e especialização fechada: A hiper-especialização é a ruptura do conhecimento com seu contexto. Essa fragmentação reduz as possibilidades de leitura das situações em sua complexidade. Quanto maior a especialização em um determinado campo, maior o empobrecimento de outra área. Passa-se a dominar um conhecimento específico, mas torna-se impossível relacioná-lo a outra área para resolver um problema humano.


3.2 Redução e disjunção: A redução consiste em se "restringir o complexo ao simples", desconsiderando o quanto uma situação, por mais simples que pareça, possui muitas facetas e pontos sobre os quais pode se incidir o olhar. O saber é complexo por natureza e sua compartimentação atrofia uma capacidade mental "natural de contextualizar e globalizar". Mais uma vez, a educação é chamada a abrir as portas ao "conhecimento planetário". A inteligência "cega", ou seja, aquela aplicada em conhecer apenas um fragmento de um amplo contexto, limita as pessoas que perdem a noção do todo, barra a reflexão, impede a compreensão e, conseqüentemente, não se sentem responsáveis pelo plano global.


3.3 A falsa racionalidade: A falsa racionalidade é produto da "cegueira" produzida pela visão unilateral. O século XX, apesar dos indiscutíveis avanços tecnológicos alcançados, produziu junto com esses conhecimentos novas cegueiras e, conseqüentemente, erros e ilusões. Justamente por se perceber as situações parcialmente, desconsiderando os impactos negativos provenientes dessas mudanças, ou mesmo deixando de prever os consequentes desastres sociais. Em nome da racionalidade científica, cometeram-se erros irreparáveis à humanidade. O século XX foi pródigo nestes erros que, certamente, trarão conseqüências que ultrapassarão gerações. O homem tornou-se incapaz de usar sua racionalidade para impedir que problemas advindos do suas conquistas tecnológicas pudessem prejudicá-lo, causando situações inimagináveis para a humanidade.

Resumo produzido por alunos do curso de Pedagogia - USB- UFSCar para CDSI- PE

OS SETE SABERES NECESSÁRIOS À EDUCAÇÃO DO FUTURO



TEXTO SÍNTESE "OS SETE SABERES NECESSÁRIOS À EDUCAÇÃO DO FUTURO"
(Edgar Morin)



CAPÍTULO I: AS CEGUEIRAS DO CONHECIMENTO: O ERRO E A ILUSÃO


Segundo Morin, a educação, de um modo geral, ainda está pautada no modelo de transmissão de conhecimentos que pressupõe a infalibilidade desses conhecimentos. Ele observa que, apesar de sua fundamental importância, nunca se ensina o que é, na verdade, o conhecimento. Sob essa ótica o erro é pouco aceito e se torna uma espécie de ameaça à estabilidade dos conceitos. No entanto, sabemos que todo o conhecimento é colocado em xeque pela construção diária do saber.
Nós, seres racionais, vivemos construindo, reconstruindo e desconstruindo o conhecimento. Modificamo-nos através dele, principalmente por nos utilizarmos do afeto como forma de expressão que se vincula ao saber. A certeza de ontem, pode ser a dúvida de hoje. O que configura o "erro" como um processo de aprendizado.
A ilusão sobre o conhecimento também é apontada pelo autor quando ele pressupõe que o conhecimento e seus mecanismos humanos são propostos para "enfrentar os riscos permanentes do erro e da ilusão" os quais "parasitam" a mente humana. Subestimar o problema do erro e da ilusão constitui-se em um maior erro e na maior ilusão.
Diante disso, não podemos ficar à margem do receio, que se revela ameaçado pelo erro e pela ilusão. O conhecimento “é o fruto de uma tradução/reconstrução por meio da linguagem e do pensamento e, por conseguinte, está sujeito ao erro”.


1. O calcanhar de Aquiles do conhecimento: O autor, a partir dessa metáfora, expõe as fragilidades dos processos através dos quais se faz a construção do conhecimento humano que é em todo o tempo ameaçado pelo erro e pela ilusão: os ruídos, ou seja, quaisquer eventos que possam prejudicar a transmissão da informação, seja qual for o canal utilizado para que seja transmitida; som e imagem; a tradução que cada um faz individualmente dos estímulos que recebe; a transmissão através da fala, que é uma representação de um fato e não o fato em si, e, por fim, a questão da afetividade, que pode interferir no processo de apreensão do conhecimento, seja de uma forma positiva ou negativa, "estimulando-o" ou "asfixiando-o", respectivamente. Dessa maneira, a educação deve-se dedicar à identificação da origem de erros, ilusões e cegueiras.


1.1 Os erros mentais: São considerados erros mentais, a presença do "eu", do indivíduo na formação da concepção do mundo exterior. Cada mente tem suas particularidades e dispositivos para a seleção que servem para o indivíduo formar a sua realidade, a partir das informações selecionadas, criando verdades particulares, selecionando as lembranças, de acordo com a narrativa de vida que pretende criar.
Essas variantes decorrem da dificuldade de diferenciar de forma precisa, o real do imaginário, a prevalência do mundo interior em detrimento do exterior, o mecanismo de "self deception", que cria uma realidade paralela como forma de autojustificativa e a memória que apresenta um processo de seleção ou criação de fatos. Aliás, a mente preserva recordações e, até mesmo pseudo-lembranças, de acordo com a sua conveniência, posto que isso promove o erro e as ilusões, os quais criam o caos sobre as reais verdades.


1.2 Os erros intelectuais: Os erros intelectuais são aqueles que estão relacionados à organização das idéias. O indivíduo resiste às idéias que façam oposição ao seu corpus ideológico. Inconscientemente seleciona lembranças que lhe convém.
1.3 Os erros da razão: Segundo o autor, "A racionalidade é a melhor proteção contra o erro e a ilusão". Há dois tipos de racionalidade; a construtiva, que deve estar aberta ao que questiona, e a crítica, esta deve ser centrada em observar criticamente os erros e ilusões das crenças, doutrinas e teorias.


Dentro da racionalidade, pode haver também o espaço do erro e da ilusão, quando se "perverte" em racionalização, que é fechada em si própria, por se supor incontestável. A racionalidade é aberta e flexível.


1.4 As cegueiras paradigmáticas: Um paradigma pode ser estabelecido através de um "conceito mestre de inteligibilidade", ou seja, a idéia a partir da qual todas as "operações lógicas-mestras" se articulam na formação do paradigma. Essas operações funcionam como mecanismos de: exclusão-inclusão, disjunção-conjunção, implicação-negação.
Pode-se entender que um indivíduo, ao estabelecer contato com o mundo, o faz através dos paradigmas já internalizados. Um paradigma pode tanto "elucidar", instigar a busca por experimentações, a práticas, quanto "cegar", isto é, não deixar o indivíduo ver além de tal paradigma. Muitos desses paradigmas nos permitem ter uma visão dupla de mundo, um conhecimento fragmentado, separando mente do corpo, o que privilegia o pensamento racional, o conhecimento científico, em detrimento de outros não menos importantes, como o pensamento intuitivo.


2. O imprinting e a normalização: A obediência incontestável aos paradigmas pode promover uma acomodação que anula todo o poder de contestação, de forma que as pessoas deixem de exercer o direito de contestar e até a habilidade e fazê-lo. A esse processo, Morin chama de "conformismo cognitivo", que é pior que o conformismo. O termo "imprinting cultural", criado por Konrad Lorenz, explica como esse tipo de conformismo pernicioso ganha raízes nos indivíduos, impossibilitando-os de reagir diante dos fatos contra os quais deveriam reagir. Essa impossibilidade gerada culturalmente é a normalização, ou seja, a aceitação inconteste das situações. Nesta situação cabe ao homem seguir a verdade, fugindo do conformismo, incansavelmente.


3. A noologia: possessão: Noologia é o estudo da esfera das coisas do espírito. Segundo Morin, o homem, desde os primórdios tem sido dominado pelos mitos ligados a deuses e seres espirituais. A noosfera, um produto da junção alma-mente, é vinculada ao ser humano. A esse universo está ligado o mundo das idéias, que podem tornar-se consistentes e reais.
Usando as palavras de Morin "As sociedades domesticam os indivíduos por meio de mitos e idéias, mas os indivíduos poderiam, reciprocamente, domesticar as idéias, ao mesmo tempo em que poderiam controlar a sociedade que os controla." Esse excerto é um convite à racionalidade, à análise dos mecanismos de controle social e humano, que pode conferir ao ser humano uma posição mais ativa perante a sociedade, descartando conceitos infundados e não se tornando escravos das idéias, mas interagindo criticamente em relação a elas.É necessário segundo o autor que as idéias sejam domesticadas e relativizadas, para que tenhamos a idealidade e não o idealismo.


4. O inesperado: O fator inesperado é uma constante na vida do homem, mas devido ao apego que temos em relação às nossas crenças e idéias nos torna incapazes de lidar com situações diferentes, que nos desestruturam, justamente por termos paradigmas inflexíveis que não se moldam, mas se quebram. Sair da rotina é motivo de pânico, visto que o novo é sempre a causa de medos e tormentos na sociedade. Por isso devesse também colocar a educação a favor do conhecimento, levando o indivíduo ao questionar-se constante, ao duvidar buscando respostas, e respostas que não sejam produzidas pelo outro, pelos valores e "verdades" em que acredita. Assim podemos rever as novas idéias e teorias não lhes destinando um lugar dentro das já conhecidas e aceitas.


5. A incerteza do conhecimento: Levando em conta as variantes da condição humana, de origem "bioantropológicas", "socioculturais" e "noológicas", devemos buscar um ponto de encontro entre idéias e mito, de modo a "civilizar nossas teorias", tornando-as mais "abertas, racionais, críticas, reflexivas, autocríticas, aptas a se auto-reformar". Morin lembra que em nome de erros e ilusões ocorreram as grandes tragédias humanas, em especial no século XX. Finaliza conclamando a se buscar uma "educação (que) consiga armar cada um para o combate vital em direção à lucidez!".


Esse é o olhar da diversidade, que procura perceber as razões e motivos dos que pensam e agem de maneira diferente. Temos que nos conscientizar dessa trajetória para que erros e ilusões sejam amenizados e melhor compreendidos para que as próximas gerações saibam se colocar diante de sua formação. E, além disso, para que o planeta não fique submisso a uma ideologia incontestável, isto é, para que não continuemos sendo títeres do erro e da ilusão. Segundo o autor isto só se torna possível, quando por meio da educação damos espaços as incertezas, pois estas são capazes de nos levar a abandonarmos as idéias simplistas e buscarmos novos pontos de vistas, mais complexos.
Texto elaborado por alunos de Pedagogia UAB- UFSCar para a disciplina CEDSI - Pe

segunda-feira, 8 de junho de 2009

ANDY HARGREAVES:O ENSINO NA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO


Capítulo1- A PROFISSÃO PARADOXAL

Neste capítulo, o autor destaca a paradoxal profissão docente, que é simultaneamente incumbida de capacitar os indivíduos para a sociedade do conhecimento, em todas as suas exigências ao mesmo tempo em que deve educá-los eticamente, tornando-os conscientes dos problemas sociais decorrentes da sociedade do conhecimento, buscando promover a igualdade, a comunicação e preveni-los contra o consumismo exacerbado capitalista.

A sociedade do conhecimento tem seu lado perverso, na medida em que padroniza o exercício docente e tira do professor sua autonomia intelectual. O paradoxo também se manifesta na visão em relação ao docente quando o considera sujeito importante para o desenvolvimento social, mas ao mesmo tempo o desvaloriza, mantendo-o preso em meio a interesses conflitantes e as ações inerentes ao seu ofício cotidiano. A imagem ilustra a situação do professor em meio aos interesses e expectativas que o circundam.















Catalisadores: Ser um defensor da sociedade do conhecimento e de seus benefícios;
Contrapontos: buscar meios de lidar contra os aspectos negativos dessa sociedade; Baixas: Realizar seu trabalho através de “soluções padronizadas” de baixo custo.

Obs: O capítulo 2 tem mais 4 outros subtítulos.
Hargreves, Andy. O ensino da sociedade do conhecimento: educação na era da insegurança/ Andy Hargreaves; trad. Roberto Cataldo Costa. - Porto Alegre: Artmed, 2004

domingo, 31 de maio de 2009

ANDY HARGREAVES: O ENSINO NA SOCIEDADE DO CONHECIMENTO - EDUCAÇÃO NA ERA DA INSEGURANÇA


Introdução

Na introdução, o autor fala da economia do conhecimento que impulsiona uma busca desenfreada “pela criatividade e pela inventividade”, atributos sobremaneira indispensáveis para o desenvolvimento de uma nação. Essa economia do conhecimento é comparada em termos de capacidade de destruição às outras formas de capitalismo, pois prevê o lucro, a produtividade e interesses particulares. A escola deve tentar amenizar os danos ocasionados por esse tipo de economia do conhecimento, ensinando valores que não são naturais desse modelo, como “a compaixão, a comunidade e a identidade cosmopolita”. A escola deve preparar o indivíduo tanto para (sobre)viver na sociedade do conhecimento quanto para ser um cidadão que consiga manter sua integridade pessoal em uma sociedade fragmentada.

Os professores, no entanto, têm se tornado meros “repetidores das ambições anêmicas dos formuladores de políticas para as possibilidades de sistemas com verbas insuficientes.”. Isso quer dizer que hoje o professor fica sujeito às tendências de padronização curricular e cultural em um sistema educacional que prevê baixo investimento, tanto em relação aos salários docentes quanto no que diz respeito à formação dos mesmos e ainda se vê preso a resultados de avaliações externas e metas de desempenho. Esses profissionais se tornam incapazes de promover a inventividade e criatividade requeridas pela sociedade do conhecimento e também não conseguem promover reflexões voltadas para os aspectos mais humanos, ligados aos sentimentos.

Contrapondo esse cenário sombrio, a proposta é a de promover um “sistema educacional de alto investimento e alta capacidade, no qual professores extremamente qualificados sejam capazes de gerar criatividade e inventividade entre seus alunos”, possibilitando aos professores que ultrapassem a dimensão técnica de sua função, retomando seu espaço entre os “intelectuais mais respeitados da sociedade”, preparando seus alunos para serem cidadãos do mundo, cultivando a identidade e simpatia entre os povos, o que é desejável em um caráter cosmopolita.

Hargreaves fala que o termo sociedade do conhecimento parece equivocado, Mas ele o utiliza pois é o mais amplamente conhecido, mas o ideal seria sociedade do aprendizagem. Na sociedade do conhecimento deve haver o estímulo à inventividade e criatividade, utilizando-as em favor das transformações necessárias Na economia do conhecimento existe uma noção de competitividade bastante arraigada e a plasticidade necessária para se efetuar as diversas mudanças inerentes ao desenvolvimento dos indivíduos e empresas.

Para se ensinar além da economia do conhecimento é preciso que se estimule o aprendizado emocional juntamente com o cognitivo, estimulando a tolerância étnica e cultural, criando-se uma responsabilidade com os grupos excluídos, dentro e fora da sociedade que nos cerca. O desafio da educação está em “equilibrar as forças caóticas”.

Estabelecer parâmetros curriculares e de aproveitamento desejáveis é um procedimento injusto, na medida em que os que não consegue atingir os níveis desejados sofrem um processo de degradação, tanto estudantes quanto professores, que precisam carregar perante a sociedade um fardo de vergonha e fracasso, ao mesmo tempo em que também fracassa o “desenvolvimento pessoal e social, que é o alicerce da comunidade”, uma vez que os resultados de nível de letramento são mais importantes que o trabalho que alicerça o caráter das pessoas.

Hargreves, Andy. O ensino da sociedade do conhecimento: educação na era da insegurança/ Andy Hargreaves; trad. Roberto Cataldo Costa. - Porto Alegre: Artmed, 2004

domingo, 29 de março de 2009

Esquadrilha da fumaça em Embu Guaçu

Parabenizamos nossa querida cidade por mais um ano de vida!!!
Apresentação da Esquadrilha da Fumaça vista do jardim Boa Vista.

quinta-feira, 26 de março de 2009

MV Jesus of Nazareth(1977) - Wind of Change

Vale a pena ver e recordar o que Jesus fez e tem feito por nossas vidas. Eu me orgulho de Ti, meu Senhor Jesus.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

VOCÊ SABE CUIDAR DE SEUS CABELOS?

Você sabe a melhor maneira de cuidar de seus cabelos? Clique na imagem acima e conheça algumas características de cada tipo de cabelo e tratamentos.

domingo, 4 de janeiro de 2009

DOANDO AMORES...

Olá pessoal. Estas três lindas cachorrinhas estão sendo doadas. Estão à espera de seu @mor.
Entre em contato pelo meu e-mail mundodedeborah@gmail.com


video
São Samira, Sâmia e Shakira.